A recomendação acima apareceu ontem nesta briosa e ingresiástica caixa de comentários assinada por um tal de Charlles Faulkner. Provavelmente, o autor de tão concisa e admoestativa prosopopéia deve ter escolhido nome e sobrenome de gente sabida para dar um tom professoral. (Se não foi - é muito pior. Pobre de quem carrega um castigo desse desde a pia batismal).
Mas, amigos ouvintes, em verdade vos digo: aqueles que saem por aí de camisa listrada exigindo que os outros dêem constantes F5 nas suas convicções são muito mais arcaicos do que seus pretensos alvos. Afinal, há poucas coisas no mundo mais antigas do que esta síndrome novidadeira.
Nas condições normais de temperatura e pressão, faço um corte epistemológico, saco do coldre o velho e bom Eclesiastes (não há nada de novo sob o sol) e meto um ponto final no assunto.
Neste caso específico, porém, coloquei apenas ponto parágrafo porque o referido, com sua mensagem, maculou meus sinceros lamentos sobre a perda de Augusto Pontes. E nada me revolta e desperta mais minha prolixidade do que o desrespeito para com minhas parcas dores. Sinceramente, não compreendo porque as pessoas não podem nem sofrer em paz e chorar seus remorsos, por mais antiquados que eles sejam.
Por que diabos tenho que me atualizar, Faulkner? Para ficar rindo à toa? Nécaras. Não há motivos para festa. Ademais, esta sua exigência me causa ojeriza porque, para além de um simples conselho, ela é também um convite. De alguma forma, você quer que eu faça parte de seu grupo, que pertença ao cordão dos atualizados, que cada vez aumenta mais. Recuso. Não nasci para andar em rebanho. E invoco novamente a sabedoria do menino Augusto Pontes: “Quando a mesa cresce, a cultura desaparece”.
E é exatamente por ser seguidor deste ensinamento augustoponteano que prefiro continuar sozinho e demodê. Não gastarei minha catilogência (receba, fariseu, uma catilogência pela pleura) junto de seu grupo – até porque, depois de seu comentário, passei a desconfiar que os atualizados são aqueles tipo de gente que, certa feita, o filósofo, boxeador e goleiro camaronês William Andem classificou como “Cabeço pequeno”.
Por tudo isso, Faulkner, agora quem pede sou eu: pelo amor de Jehová (de Carvalho) me deixe, desencarne.






on May 23rd, 2009 at 9:21 am
Francis, posso até estar errado, mas é possível que o tal Faulkner (que não tenho menor ideia de quem seja nem quero saber) estivesse se referindo a atualização do blog, já que, logo após o seu apelo, constava a data do seu comentário entre parênteses: (21.05.09). Visto que o post onde ele comentou data do dia 16, é possível - veja bem, é possível - que ele estivesse pedindo que vc atualizasse o blog, e não a sua pessoa, seus conceitos ou seja lá o que for. Traduzindo: vai trabalhar, porra! Saudades de vc - mas sem viadagem!
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on May 23rd, 2009 at 12:26 pm
Nécaras. Catilogência. Tenho que novamente passar a praticar a filosofia houaissiana para me aprumar com os desígnios deste blog…
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on May 23rd, 2009 at 2:13 pm
Francis, tenho para mim que o tal do Faulkner pediu no seu comentário pra vc atualizar o blog, e não sua pessoa. Posso estar errado, mas foi o que me pareceu….
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on May 23rd, 2009 at 3:09 pm
Franciel, andava procurando uma palavra para substituir o adjetivo ‘muderno’, pois vi que estava abusando de uma expressão antiga baiana que de vez em quando aplico por prazer, que, como vc sabe, significa jovem, cheio de vida (ex: “Você viu Sora? Tá bonitona, muderna!”). Agora, quando me referir a esse pessoal com cara de frequentador da Augusta direi: “Rapaz, o ambiente estava cheio de F5!”
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on May 23rd, 2009 at 6:55 pm
Hum cum cum…aí eu vi…chegou “rosar” (corruptela sertânica de “rosnar”, pra quem ñão sabe…)
O moço do nome bonito podia ter boas intenções…ser um assíduo leitor dessas suas linhas tão bem digitadas…
Ave Maria…que “brabeza”!!”Deusulivre”…”discunjuro”…
Hum cum cum…
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on May 23rd, 2009 at 10:29 pm
mas Franciel, vc respondendo assim acabou atualizando!!!!!
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on May 24th, 2009 at 12:11 am
eu, como pernambucano escroto que sou (desculpa a redundancia), devo dizer que pouco interessa se o imbecil de nome escroto (mais que eu!!!) se referia a atualização do site ou da pessoa do Franciel… ele que se foda! quem é ele pra cobrar atualizações do Franciel?? o patrão do mesmo??
aaaaaaaaa…
abraços…
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on May 24th, 2009 at 5:35 pm
a título de explicação: só agora vi que escrevi o comentário explicitado pelo sábio post do Franciel, com o meu endereço de e-mail.Por engano. O meu nome, tornado famigerado em toda essa efêmera rede de vaidades disfarçadas da web, nas contribuições injustamente não pagas nos blogs do milton ribeiro e do grijó, é: CHARLLES CAMPOS. CHARLLES CAMPOS. È para onde os anjos devem levar os xingamentos: CHARLLES CAMPOS.
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on May 24th, 2009 at 5:38 pm
me encabula, meu caro Franciel, o sucesso de acertividade que teve para analisar as nuances filosóficas ocultas, a sintaxe erudita sofisticada, desconsiderar a frivolidade proposital das redondilhas incutidas, a reverberação sintática dos traquinas alexandrinos intuidos, da obra-prima incontestável que eu, Charlles Faulkner ( O Bardo da web ) produzi em seu blog, que, não sem um leve desgosto e menosprezo, faço a graça de repetir aqui (para o deleite assustado de todos os leitores):”Atualize-se, Franciel!”
Silênco! Voltem, releiam. A melhor forma de apreciar essas tres palavrinhas espantosas, talvez seja ajoelhado,para a imediata ginoflexão. Notem_ e isso só me ocorre agora! (sinal da riqueza infinita dessa frase eterna)_ a musicalidade sutil,com uma degradação de fá sustenido nas últimas sílabas, de ter colocado “Franciel” no segundo período, o que os mais cultos aqui certamente perceberam (é,é,é!) a influência nítida do primeiro movimento para piano e viola de Béla Bartok_ o que os mesmos eruditos sabem que se fosse o contrário, “Franciel” tendo vindo em primeiro, remeteria ao terceiro andante (do disco dois da edição de 1994 da
Deutsche Grammophon)do recital “Moses und Aron”, de schönberg_ o que seria um uso infeliz da atonalidade.
E, ainda, Franciel,meu valioso intérprete,embasbaco-me diante sua perfuratriz acuidade em ter percebido a malediscência de todo esse esquema covarde _ a arte realmente foi criada por Satanás_,em que você aparece como vítima indefesa destas três (ou seriam só duas? Ah, a permissividade poética dos grandes)palavrinhas chamejantes.Pois que defesa você pode ter contra elas, deste bastião geográfico em que lhe cabe apenas uma máquina de ingresso ao universo virtual? Por isto entendo a sua ira, meu justificadamente descomedido Franciel,pois entendes a posição de inquívoca indefensibilidade que fostes atirado por esse gênio que ora lhe escreve com uma falsa compreensão de amigo_ e que pula para a segunda conjugação como se a própria lingua tivesse sido criada unicamente para emberçar suas aráuticas conjugações.
Fiques irado, Franciel, espumeje, não ouça estes amansadores acima que te enganas querendo reduzir a ofensa a meras palavras triviais. Sabes bem tu,letrado como és,que as grandes obras ganham seguidores,o que logo podes se desparar com uma jovem de seios fartos cobertos por uma camiseta com a sua velha foto de pirata de smoking com o terrível vaticínio alicerçado à condição de ícone mundial, com a frase estampada abaixo “Atualize-se Franciel!”Cartazes publicitários em que o novo modelo do Audi A5 vem com a foto de um infeliz empresário olhando seu carro obsoleto, e o vizinho com um sorriso cruel ao mesmo tempo que diz, de forma massacrante: “”atualize-se, Franciel!” Sua ira é legítima,Franciel; o seu terror, compreensível.
E sobre meu sobrenome,é que minha mãe se empenhou durante toda sua vida calejada, em dar para todos os homens ilustres que ela encontrasse pela frente(ou por trás). Meu nome é imenso,mas asseguro que tem no mínimo cinco alcunhas oficiais de patriarcas do nordeste deste nosso país, além de dois inofensivos artistas circenses que, relegados ao outracismus. em seu tempo fizeram a legria da garotada.
ass: charlles faulkner
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on May 24th, 2009 at 8:02 pm
Falou pouco, mas falou bonito! Isso é uma ironia, claro.
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on May 24th, 2009 at 8:03 pm
To intrigado. Você pensou pra falar isso ou saiu, assim, naturalmente?
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on May 25th, 2009 at 9:27 am
Creio, caro franciel, que depois desta réplica, tu terás que sentar “de banda” na cadeira por pelo menos duas semanas.
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on May 25th, 2009 at 9:32 am
Neste imenso Brasil iletrado, tu fostes encontrar logo alguém que não se compraz a elogios idiotas, e deu uma resposta à altura de seu talento, Franciel. Se continuares nessa paranóia, tu alcançarás seu objetivo: “prefiro continuar sozinho”. abraços receosos.
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on May 25th, 2009 at 10:28 am
Neste imenso Brasil iletrado, você foi encontrar logo alguém que não se compraz a elogios idiotas e responde à altura de seu talento, Franciel! se continuar nesta paranóia, atingirá seu objetivo: “prefiro continuar sozinho”. abraços cautelosos.
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on May 25th, 2009 at 10:43 am
(Modo “nigrinha que pegou a conversa no meio” ON)
Porra, esse seu françuliel quando para pra quemá é foda, dá até pra falar enrolado!
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on May 25th, 2009 at 10:51 am
Françuel, se aperreie não. Esse tal de Faulkner deve ser uma adolescente, ou leva a maior pinta. Lá em casa mesmo, todo santo dia, levo um f5 pelas caixas dos pelos. Hoje mesmo, no caminho da escola, pensei estar atualizando minha bela fera ao citar Susanita: “¿Por qué justo a mi tenía que tocarme ser yo?”. Com um ar f5, um tom de voz f5 e um olhar prá lá de f5, ela disse displicentemente: esta frase é super conhecida…
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on May 25th, 2009 at 10:57 am
OBS: Só agora fui ler os posts de faulkner… chatão esse cara, “fala” pa porra
OBS: “Mas Franciel, vc respondendo assim acabou atualizando!!!!!”
heheh Taí uma verdade
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on May 25th, 2009 at 11:01 am
Depois de uma dessa, franciel, cê terá que sentar na cadeira “de banda” por um bom tempo.
f5 ou AI5?
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on May 25th, 2009 at 1:20 pm
Esse Faulkner tem cabeço pequeno.
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on May 25th, 2009 at 3:52 pm
Franciel, vendo todos esses comentários, me veio uma idéia que achei meu dever te sugerir: por que não muda o nome do blog para” Franciel e As Francietes”.
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on May 25th, 2009 at 4:20 pm
Franciel, que azar, hein! Neste país iletrado, você recebe à altura um comentário de alguém que não se preza à bajulação boba. Se continuares assim, etc, etc.
Estranho, me deu aquela sensação de dè javú.
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on May 25th, 2009 at 5:41 pm
Seu Charles,
Com todo o respeito venho por meio deste solicitar de V.Sa., a autorização para dar um Ctrl+C e Ctrl+V no so seu post para meu PowerPoint que estou preparando para incentivar minha equipe de vendas.
Antecipadamente grato
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on May 25th, 2009 at 6:41 pm
Franciel Cruz Credo, que Faulkner falador é esse?
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on May 25th, 2009 at 7:32 pm
Franciel, me parece que toda essa lenga-lenga desse seu post é por um bloqueio de escritor que lhe vitimou. Na absoluta falta de inspiração, vc pegou um comentário banal de dias atrás e o transformou num monstro de sete cabeças. Se pelo menos vc fosse um Mencken, essa leviandade teria sido ácida e divertida, mas, talvez por um real bom senso que te assinala o ridículo, vc produziu um exemplo do tipo “me segura que eu tô teno um troço” sem graça. um xilique bairrista. haja saco!
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on May 25th, 2009 at 7:47 pm
O blog é seu, tu cortas o comentário de quem quiser, ah, ah, ah! Visitei o restante da ops e vou te contar, só entre nós, já que isso aqui vai para o espaço: mas, franz, esse é o espaço mais etnocentrista da net. Que tanto de nordestino junto. rola uma buchada no final do espediente? sabe aquele cara, o Inri Cristo? Cê comanda uma seita também nesses padrões? Meu páááái! se você lançar uma coletânia de seus textos reunidos, vai ser daquelas que quando se fecha não se consegue abrir mais. tirando seu caçoetes regionalistas engraçadinhos, não sobra mais nada. e ficar nessa por mais que, uns três parágrafos, é, realmente, de furar a pleura do filisteu. já que tu criastes a maior zorra por causa de uma frase propositalmente distorcida, aqui vai como deveria ser: Atualize-se, Franciel. Se exemple no Ipsis Litteris. aquilo é qualidade. Preparado para a ejeção.
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on May 25th, 2009 at 8:10 pm
Amei!!
Ô “Faulkner” que “conversa”…numa boniteza que só!!!Lá nas bandas da “Fin-lândia do Sul” (apelido carinhoso que um amigo ireceense deu à sua terra natal, e também de Franci,roubando do país dos outros…assim mesmo, com hífen, pra dar charme)diriam a ele: “Quéta-cum-tu, fi”.
O comentário de Marcus também me arrancou boas gargalhadas.”Super” é típico de adolescente…
Mais, mais…
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on May 25th, 2009 at 8:17 pm
Acalorados fãs, aguardem o lançamento completo da réprica, com 972 páginas, 969 delas dedicadas à biografia do autor, que sairá até o final do ano. E para o Gabeira eu digo: autorizo o copyright só se for para profissionais do telemarketing.
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on May 25th, 2009 at 9:54 pm
o texto do charles faulkner me remeteu (lá ele) aos discursos embolorados e castiços e arrogantes que eu ouvia de marconi de souza nos corredores da facom. ou seja, não bastasse a facom, eu ainda tinha que aguentar (com trema e as porra, naquele tempo) aquela pomba gira falando de atonalidades e que tais… pois muito bem… até os erros (ortográficos e de conjugação verbal) são quase dele, se não vejamos: “ginoflexão”, “malediscência”, “inquívoca”, “Fiques irado, Franciel, espumeje, não ouça”, “estes amansadores acima que te enganas”, “desparar”…
O seu castigo, arremedo de escritor do Mississippi, é assistir “soletrando” e ouvir para ver se aprende: atualize-se, charles de souza…
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on May 25th, 2009 at 9:55 pm
Adianta citar um monte de compositor e tascar um ‘acertividade’ logo na primeira linha? Apesar disso, estou sempre ao lado dos oprimidos: Charles, não se intimide, tem meu apoio para se expressar. E vocês todos aí de cima: Parem de acediar moralmente o rapaz.
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on May 25th, 2009 at 11:29 pm
Se ele acedia, nós, ascendendo, assediamos, oras.
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on May 25th, 2009 at 11:30 pm
Inimigo burro de amigo meu, eu me sinto logo um jumento detrás dele.
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on May 26th, 2009 at 2:26 am
Vocês não entenderam nada. Vai aí o glossário:
“acertividade” - característica de quem milita
ininterruptamente e não erra nunca.
“ginoflexão” - ato de ajoelhar-se praticado por
pessoa do sexo feminino (serve até Ana
Carolina).
“desparar” - um dos atributos da Lei da Inércia: se
está em movimento, não pode ser
interrompido.
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on May 26th, 2009 at 8:29 pm
Inimigo burro de amigo meu, eu me sinto logo um jumento detrás dele. (2)
hahahahahahahahahahahahahahahahaha… êla porra hahahahahahahaha
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on May 28th, 2009 at 4:45 am
Eu aqui parada e o povo a falar. E por falar nisso, tô vendo que vcs trabalham menos que eu. Cambada de sem o que fazer!
Té mais
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