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O retrato fiel da Bahia

Conforme é de conhecimento de toda a Bahia e de uma banda de Sergipe, este chibante locutor aderiu aos festejos do verão. Por isso, aproveito para informar aos milhares de ouvintes que exatamente neste momento, às 9h37 da madrugada, estamos interrompendo (royalties para nosso departamento de telemarkenting)  nossa programação futebolística por um motivo de força maior: a baianidade.

E ontem, uma vez mais, a cidade de Soterópolis, que já anda devagar, parou de vez para louvar Senhor do Bomfim, Oxalá e outras santidades menos cotadas. E, como não poderia deixar de ser, este religioso locutor, que é cristão ortodoxo com umas pitadas de afro-marxismo, prestigiou o evento.  

Porém, por conta da ingestão de algumas substâncias não recomendadas pela Carta Magna, estou impossibilitado de relatar o ocorrido. Sorte de vocês, pois, assim, poderão apreciar novamente esta fota histórica de Sora Maia feita nos festejos bomfinesco de antanho. É o retrato fiel da chibança baiana.

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7 Comentários on “O retrato fiel da Bahia”

  1. #1 Brito
    on Jan 16th, 2009 at 2:14 pm

    “…Quem chega na praça Cairu
    Olha pra cima o que é que vê
    vê o elevador Lacerda
    que vive a subir e a descer
    é o retrato fiel da Bahia
    baiana vendendo alegria
    coisinha gosta de dendê…”

    …. Sorte mesmo de aquele seu saverinho abarrotado de pinguço ter conseguido chegar no Porto de La Barra.

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  2. #2 Vivianne Pontes
    on Jan 17th, 2009 at 2:47 pm

    Meu jisuis, como é que não tinha vindo aqui antes? Estou a horas lendo todas as suas postagens e lembrando da época em que eu era sim baiana praticante. Salve seo Françuel!

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  3. #3 ANDRÉ SETARO
    on Jan 18th, 2009 at 8:22 am

    Retrato fiel da chibança baiana, eis a expressão mais-que-perfeita para a brilhante fotografia da ‘ravissante’ Sora Maia, que em momento de desvario poético, amparada por sua lente registradora, apreendeu a realidade de uma lavagem onde o sacro se confunde com o profano num excitante processo de simbiose ‘eclesiástica’. O que vemos nesta imagem antológica? Um pobre menino, que a desigualdade econômica e social, colocou à margem da sociedade, excitado - e de pau duríssimo para sermos mais exatos, um pequeno pênis a ‘bater continência’ para os festejos, em êxtase. O vigor da idade faz com que membros se levantem muitas vezes sem que haja uma motivação consciente. A pergunta que não quer calar é a que indaga sobre o ‘móvel’ que determinou o ‘levantamento’ do pênis desse infante guerreiro da miséria baiana. Será que a miséria estimula o sexo? Taí uma nova maneira de pensar o assunto e propor, até, a ter como idéia motriz a foto da ‘ravissante’, uma ‘leitura’ dela ao gosto dos acadêmicos da ‘contemporaneidade’. Títulos não faltam: “A miséria sob o olhar polissêmico de um pau duro triunfante”, “Pau duro e contemporaneidade”, “Resquícios de um discurso amoroso numa lavagem baiana”, etc, etc, etc. Há pau, portanto, para toda obra.

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  4. #4 Janjão de Aratuípe
    on Jan 19th, 2009 at 4:06 pm

    É por digressões como esta leitura tão singela desta imagem sem movimento que Setaro continua sendo o professor e Sora Maia, a fotógrafa! Tão certo como Maverick é o carro, o Baneb é o banco, e o Vitória…

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  5. #5 Chico
    on Jan 20th, 2009 at 11:05 am

    Faço minhas as palavras do nobre aratuipense. Tão genial quanto a foto de Sora é a leitura da mesma pelo professor Setaro. São vcs (Sora, Setaro, Françuel, Janjão) que me inspiram. O resto é pura pose e pretensão sem noção.

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  6. #6 Gabeira
    on Jan 20th, 2009 at 5:22 pm

    Eu queriiiiiiiiiiaaa que essa fantasia fosse eterna.

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  7. #7 gugaalayon
    on Jan 23rd, 2009 at 2:14 pm

    fótaço

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